Como um barco abandonado ....




Imagem retirada de jasmimcanela.blogspot.com
Deixei a minha alma encalhada no cais na loucura, naquela noite divagava pelo mar do pensamento, da imaginação, das quimeras e da fantasia ... Navegava por entre as águas de lodo, da penumbra, do obscuro ... pelo lado mais negro e temível da consciência e da inconsciência humana... Parei nas margens do lago e sai ... corri para terra ... para um pedaço de terra segura como se a nossa razão fosse o fundamento de toda a realidade ... Deixei a minha alma como um barco abandonado no cais da irracionalidade, num porto provisório do real ...


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